segunda-feira, 9 de maio de 2011

sobre ser médico e a morte.

é em dias como hoje que sentimos o peso da profissão, um diagnóstico, sinais e sintomas... dados vitais que nos orientam, um exame clínico e semiológico que nos dá sinais e com certeza, confiança. sem mesmo uma propedêutica.
e até onde podemos intervir na decisão de uma paciente? mesmo depois de esclarecida, orientada, consciente.
é... a medicina da semiologia nos diz muito.
a medicina ... impotente e desafiadora.
uma incógnita as vezes.
hoje eu perdi uma paciente.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nacip Raydan


Muitas curvas para chegar a este destino. Dois kilometros de estrada de chão. Seis anos faculdade e aqui estou eu. Escolher uma experiência desta não pode ser apenas pelo salário pago ao fim do mês, mas um lugar isolado, com um nível de IDH não muito satisfatório, deve haver alguma recompensa. Uma gratificação que seria visível em um corriqueiro ato médico? Talvez... Entretanto meu objetivo não é esse (seria um egocentrismo?). Posso dizer, no momento, que eu quero estar médico. No que puder contribuir estarei à disposição.